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sábado, 16 de setembro de 2017

O que me dá na telha

Uma referência aos 10 anos deste blog, que começou despretencioso, se tornou pretencioso, seguiu em frente, quase esqueceu-se de si mesmo, permaneceu vivo levando aos leitores um pouco da minha pesquisa do mundo. Sobre este seu nome, tem formiga aqui: na pressa do passo a passo, preenchendo os dados no Blogger, exigia-se um nome para o blog. Olhei em volta da cadeira onde estava sentado e ví algumas formigas.


Nos primeiros dois anos investi bastante energia neste blog, escrevendo um post a cada duas semanas.  A técnica sempre era a mesma: postar uma versão rascunhada e ir melhorando com ele já publicado.

Nunca fui de tratar muito da minha própria pessoa por aqui (o que gerou reclamações de alguns leitores). Preferi escrever sobre os assuntos que me interessavam e assim revelar-me nas entrelinhas. Tenho um diário pessoal para falar de mim, que ainda está ativo (comecei em 1987!), mas que não é público. Era público no início, era um blog também, mas rapidamente percebi que não é nada bom revelar intimidades sem filtro neste mundo, o que é uma pena.


Acredito que os temas centrais deste jornal estão bem sintetizados na apresentação, na parte superior do blog: música, resenhas e leituras, educação e psicologia, espiritualidade e autoconhecimento. Um bom resumo dos temas que me interessam.


A ênfase das postagens também acompanharam as mudanças na minha vida. Até 2010, enquanto atuava como terapeuta, o foco era a psicologia, em especial em como a psicologia clínica atual negligencia o desenvolvimento cognitivo em prol dos temas emocionais. Entre 2011 e 2015 fiz algumas viagens, que também apareceram bastante aqui. O estudo do inglês, que utilizo bastante no meu trabalho como professor, também se fez presente mais neste período.


Há histórias começadas e nunca terminadas por pura falta de tempo, como a tentativa de contar minha jornada espiritual, ou a história de uma viagem que um tio meu fez.


Há fases onde o trabalho principal ficou intenso e este blog ficou em segundo plano. Em 2016 por exemplo, fiz apenas quatro postagens, sendo que três foram depois de 20 de dezembro! De 2013 a 2015 escrevi pouco porque estava bastante deprimido com os caminhos da política brasileira e em como este fato influenciou a minha vida pessoal. Não cheguei realmente a tratar deste assunto aqui.


Escrevi bastante sobre nossa opção de não ter carro em São Paulo. Aventuras de bicicleta, de ônibus, e a questão da mobilidade na cidade. Não poderia deixar de mencionar neste resumão um de meus hábitos favoritos deste blog: homenagear as pessoas incríveis  que cruzaram o meu caminho nestes dez anos.


Do inicio até aqui foram 136 postagens, incluindo esta, feitas com muito apreço. Continuo exalando prazer ao exercitar minha liberdade de escrever o que me dá na telha. É como um exercício existencial. Assim posso ser um tipo de Deus e controlar este pequeno mundinho pessoal.  Sempre contei com poucos leitores. Gostaria de ter mais, e agradeço os que me lêem. Fico feliz se alguém se interessa ou comenta meus textos. Mesmo com poucas visitas vale muito a pena. Este é um trabalho não remunerado que ainda me dá muito prazer. 






 

4 comentários:

Barbara Beraldo disse...

Passo aqui de vez em quando e adoro os textos, costumam ressoar com minhas próprias angústias e reflexões. Devia ter uma página no face. Continue sempre (enquanto for bom). =)

Jefferson Garrido disse...

Espero que continue com o blog por muito tempo, acompanho suas postagens desde o início e gosto muito dos temas e do jeito que escreve.

Grande abraço!

Andre Barreto disse...

Obrigado pelo comentário Babi querida! Tambem acompanho sua jornada e seu incrível blog! Bjoca

Andre Barreto disse...

Sim Jefferson! Começamos na mesma época lembra? Era ainda um mundo pré - Facebook,hahaha! Abraço