Se
você tem dificuldade em meditar, concentrar a mente, ou deseja apenas sentir-se melhor consigo mesmo, experimente por dez minutos a técnica abaixo. Se der certo, guarde-a para ocasiões futuras. A Monja
Sinceridade do Templo Zu Lai ensinou durante um retiro de meditação em 2007 algo que ajudou a todos os presentes a concentrar ainda mais a mente, melhorando sensivelmente os resultados alcançados.-

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Tranquilo
Se
você tem dificuldade em meditar, concentrar a mente, ou deseja apenas sentir-se melhor consigo mesmo, experimente por dez minutos a técnica abaixo. Se der certo, guarde-a para ocasiões futuras. A Monja
Sinceridade do Templo Zu Lai ensinou durante um retiro de meditação em 2007 algo que ajudou a todos os presentes a concentrar ainda mais a mente, melhorando sensivelmente os resultados alcançados.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Para os grandes
O
Boom americano da psicologia humanista e existencial dos anos 50 e da
revolução cultural dos 60 criaram o environment
para o surgimento das chamadas abordagens da
nova era. Essa sopa de Existencialismo com Zen
Budismo forjou o cenário para as terapias integrativas. O casal
Pierrakos surfou nessa onda cozinhando Yoga,
Reich e Misticismo Cristão na mesma panela. Esta é a história de
como as defesas de caráter reichianas foram recicladas e ganharam o
manto chique do espiritual.
Curioso, fui investigar. Fuçei o sistema
Pathwork/Core energetics dos Pierrakos e a técnica da Barbara
Brennan. Vamos dar uma olhada na última.
Mas
quem é Barbara Brennan?
quinta-feira, 8 de julho de 2010
É o que vale
Soube
através de uma ex – cliente em comum que Maria Célia Ramos Pinto,
a Tuca, faleceu de câncer em São Paulo, em meados de maio de
2010. Fomos colegas na formação para facilitadores da Pathwork São Paulo, entre 1998 e 2005.-->
Mais que colega, a Tuca foi amiga e foi mestra. Uma referência para mim e para o nosso grupo durante os nossos sete anos de convivência.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Carinho e gratidão
Após cinco anos de atividades semanais, o meu grupo de autoconhecimento mais regular encerrou suas atividades em 2009.
O grupo começou em 2005 com nove integrantes. Teve muitas formações, mas se consolidou ao longo dos últimos anos com os cinco membros da formação final. Cinco pessoas fantásticas. Algumas desde o início, outras que entraram depois.
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sábado, 9 de fevereiro de 2008
Injunções
Vivo num tipo de esquizofrenia filosófica: Admiro tanto a ciência quanto a espiritualidade. São áreas humanas antagônicas e auto-excludentes. A meu ver, a espiritualidade humana é o assunto mais sério de todos, e deve ser tratada como um tipo de ciência.
Se é que é possível uma integração entre os dois campos de conhecimento, a iniciativa deve partir da ciência. A linguagem mítica e metafísica, tal como encontrada no material do Pathwork, por exemplo, está ultrapassada em círculos sérios de estudo. Perecerá no crivo da história.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Quinze Dualidades
Os principais problemas da minha vida psicológica podem ser resumidos em 15 questões ou temas básicos. É o que chamei de “minhas quinze dualidades”. Elas resumem bem os temas mais constantes com os quais preciso ainda lidar para não ter problemas na minha vida. Sabendo administrá-los, permaneço em equilíbrio psicológico e num estado de relativa felicidade. Digo relativa, porque a felicidade completa está latente ainda nas esferas transpessoais. Mas estou a caminho de lá. Trabalhar com minhas quinze dualidades tem significado o meu aperfeiçoamento como ser humano. Elas revelam a investigação minuciosa da minha sombra (no sentido Junguiano).
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Vinte cadernos

"A lucidez tem uma textura própria; É como redefinir o mundo. Amanhecer numa manhã clara e fresca. lúcida, onde as coisas estão permanecendo ainda em seus devidos lugares. Deixo espaço para o imediato e aos sentidos e vejo o que não quero ver..." Assim abro o meu primeiro diário, um caderno universitário, em maio de 1987. Estava em Ouro Preto, Minas Gerais. Sozinho, vinte anos, perdido. Vinte anos depois, vinte cadernos depois, estou "encontrado", casado , feliz.
Fui uma pessoa complicada e infeliz na infância e adolescência. Por muito tempo procurei respostas que explicassem a confusão interna de sentimentos e anseios que sentia. Na minha falta de rumo, comecei a relatar minha experiência subjetiva em cadernos.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Quando perder é ganhar

Tivemos um pequeno conflito esta semana eu e minha mulher. Ela tem reclamado que não tenho tido tempo para ela. É verdade . Tenho andado distante dela ultimamente. Conversando, percebi que estava ressentido com ela por um fato acontecido há dois meses, logo depois da minha cirurgia. Pude ver claramente como a minha distância estava ligada a essa mágoa. Expus a ela o que sentia, e nós entendemos o que estava acontecendo nas correntes subterrâneas de nossa vida emocional.
Morar e viver (bem) com alguém é um enorme desafio. A outra pessoa, assim como nós, tem um mundo próprio a ser decifrado, e os dois mundos inevitavelmente colidem.
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